Um estudo feito pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE) revelou que existem cerca de 18.000 moradores de rua em São Paulo. Deles, 84% são homens com idade média de 40 anos e a porcentagem de negros também é maior.
Esta instituição busca fazer uma avaliação registrando o número de pessoas que moram nas ruas e sua distribuição pela cidade. Além disso, também colhem informações sobre a assistência que elas recebem e suas condições de vida para poder constatar o perfil socioeconômico dessas pessoas que acabam se tornando invisível aos olhos do resto da população.
Os moradores de rua não participam do censo do Instituto Brasileiro de Pesquisa de Geografia e Estatística (IBGE) pois, não possuem residência e na maioria das vezes nem mesmo R.G.
No primeiro registro feito pela FIPE em 2000, foram constatados 8.088 moradores de rua, sendo que 4.395 passavam as noites na rua e 3.693 em albergues. A segunda pesquisa foi feita em 2003 e constatou 10.399 pessoas, sendo que 4.213 dormiam nas ruas e 6.186 em albergues. Em 2005 o número de desabrigados já estava por volta de 13.000
A maior parte de desabrigados está concentrada no centro de São Paulo mas a grande maioria busca trabalhar como catador de recicláveis buscando alguma maneira de sobreviver..
É muito importante ressaltar esses dados para que haja um planejamento de inclusão onde essas pessoas que vivem uma realidade tão cruel tenham alguma chance de resgatar sua dignidade e voltar a fazer parte do convívio social.
FONTES:
http://veja.abril.com.br/301105/p_074.html
http://www.fipe.org.br/web/index.asp?c=37&aspx=/web/home/noticia.aspx
moradores de rua
Dezembro 6, 2007
Estatísticas
Posted by roteixeira under moradores de rua | Tags: estatísticas, moradores de rua, população, Seade |Leave a Comment
Dezembro 4, 2007
Orgãos e instituições de apoio
Posted by roteixeira under Textos, apoio, moradores de rua, sem teto | Tags: moradores de rua, albergues, apoio, sem teto, ongs, governo, voluntários |Leave a Comment
Os albergues têm o papel de dar assistência alimentícia, de moradia temporária e na maioria das vezes, de reabilitar a pessoa mental e psicologicamente para que esta possa voltar ao convívio social.
A uma enorme lista com instituições religiosas, do governo, ongs, assistentes sociais, voluntários, grupos de projetos formados pelos próprios moradores de rua, e todos buscam melhorar a qualidade de vida dessas pessoas.
Existem 36 albergues da prefeitura na cidade de São Paulo, Neles, cada morador de rua custa R$350 ao governo e este dinheiro é repassado de acordo com os serviços oferecidos em cada centro.
Muitos dos abrigos também se dividem entre: masculinos, femininos, infantis e para idosos – para que não haja confusões e desentendimentos.
Também existem muitas instituições religiosas que praticam trabalhos voluntários distribuindo comida aos que ficam nas ruas.
Além disso, para aqueles que não aceitam esmolas ou qualquer tipo de ajuda, existem projetos formados por eles mesmos que buscam proporcionar uma forma de trabalho digna e honesta.